
crédito: Tupi
A tela “Íris”, uma das últimas obras de Claude Monet, alcançou um valor sem precedentes no mercado de arte francês ao ser vendida por 50 milhões de euros, aproximadamente R$ 282,5 milhões, em um leilão em Paris na quinta-feira (22).
A pintura se tornou a mais cara já comercializada na história da França, após uma intensa disputa por telefone que durou cerca de 45 minutos e foi conduzida pela casa de leilões Sotheby’s.
A quantia final superou significativamente as expectativas iniciais, que variavam entre 22 e 30 milhões de euros (R$ 130 a R$ 178 milhões). A Sotheby’s já havia destacado que a estimativa prévia para “Íris” era a maior já atribuída a uma pintura ofertada em leilão no país, antecipando um marco histórico.
A obra, pintada na residência de Monet em Giverny, pertencia anteriormente à coleção de Jeanne Schlumberger (1889-1983), que a adquiriu diretamente da família do artista, conforme informado por Thomas Bompard, diretor de Arte Moderna e Contemporânea da Sotheby’s na França.
Na mesma ocasião, outras três pinturas de Monet foram negociadas. Destaque para “Salgueiro-Chorão”, vendido por 9,6 milhões de euros (R$ 54,26 milhões), e “O Sena em Vernon”, arrematado por 4,2 milhões de euros (R$ 23,74 milhões). Essas peças faziam parte de uma exposição com 28 trabalhos do renomado impressionista apresentados ao público parisiense.
Com informações de: Estado de Minas
