
Moradores da comunidade Lagoa Seca, na zona rural de Campo Maior, expressam profunda preocupação com a situação da Escola Eleotério da Costa Araújo.
A principal queixa dos pais e responsáveis é a ausência de um professor auxiliar para crianças com necessidades especiais, além das condições inadequadas que afetam o aprendizado dos alunos.
A unidade escolar conta com duas salas, porém uma delas é compartilhada com um posto de saúde. Conforme relatos, quando não há atendimento médico, o espaço é utilizado para as aulas, apesar de abrigar materiais e objetos de uso clínico.
Recentemente, um incidente alarmou os pais: uma criança que demanda acompanhamento individualizado teria se machucado com uma agulha encontrada no local, evidenciando a falta de segurança e a ausência do profissional de apoio.
Quando o posto de saúde está em funcionamento, os estudantes são transferidos para o pátio da escola, expondo-os a um ambiente desprovido das condições necessárias para o ensino.
A comunidade denuncia a combinação de dois graves problemas: a carência de suporte pedagógico para alunos atípicos e a falta de um espaço seguro e apropriado para a realização das atividades escolares. A Secretaria Municipal de Educação ainda não emitiu posicionamento oficial sobre as denúncias.
Com informações de: campo maior em foco
