
A Justiça condenou Jairo Silva Santana a 13 anos de prisão pelo assassinato de Maria Jaqueliny Mendes e Silva e pela ocultação do corpo da vítima. O crime ocorreu em 2015, em Teresina.
O julgamento foi realizado na quinta-feira (10), na 2ª Vara do Tribunal Popular do Júri da capital. Conforme a acusação, Maria Jaqueliny foi morta e enterrada no quintal da residência onde os dois moravam. A cova tinha aproximadamente dois metros de profundidade.
Após o crime, Jairo teria enviado mensagens a pessoas próximas da vítima para fazer parecer que ela ainda estava viva. Ele também teria espalhado a versão de que Maria Jaqueliny havia deixado o Piauí.
O Ministério Público do Estado do Piauí, representado pelo promotor de Justiça Régis de Moraes Marinho, sustentou as acusações de homicídio qualificado por motivo fútil e ocultação de cadáver.
O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade dos crimes, manteve a qualificadora do motivo fútil e rejeitou as teses apresentadas pela defesa.
A pena foi estabelecida em 12 anos de reclusão pelo homicídio e mais um ano pela ocultação do cadáver. Jairo deverá iniciar o cumprimento da condenação em regime fechado.
A sentença também determinou o pagamento de R$ 100 mil aos familiares de Maria Jaqueliny como reparação pelos danos provocados pelo crime.
