
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, encarou o amistoso contra a Índia, marcado para este sábado, como uma chance de ouro para os convocados demonstrarem seu potencial, e não como um critério definitivo para futuras convocações. “Para eles não é um teste. É uma oportunidade para eles de mostrar a qualidade que podem ter”, declarou o treinador, incentivando os atletas a atuarem com serenidade.
O comandante citou o goleiro Pedro Morisco, do Coritiba, que fará sua estreia pela Seleção, como exemplo. Segundo Ancelotti, uma atuação isolada, seja ela positiva ou negativa, não selará o destino do jogador no grupo. “O jogo pode sair bem, pode sair mal, mas não importa para nós o que vamos fazer no futuro. Vamos dar a eles outras oportunidades”, assegurou.
Ao abordar as opções ofensivas, Ancelotti traçou um paralelo entre Endrick e Pedro, destacando suas distintas características. “Eles são muito diferentes. O Endrick é um talento jovem, potente, com muito talento. E o Pedro é um jogador muito experiente.” O técnico reiterou que o Brasil está em um momento de formação de uma nova safra de jogadores, visando o retorno do país à disputa por títulos de expressão em breve.
Embora tenha minimizado a pressão sobre avaliações individuais, Ancelotti enfatizou a seriedade com que o confronto contra a Índia será tratado. “Para nós, para o time nacional do Brasil, nunca será um amistoso. Será um jogo importante para melhorar.” O italiano elogiou a organização e o ritmo da equipe indiana, assim como o goleiro Williams, e manifestou o desejo de ver a Seleção Brasileira em campo com a alegria que, em sua visão, é intrínseca à cultura do futebol nacional.
