Irã: seleção oprimida na copa, deixa mensagem de desabafo nos EUA

A delegação iraniana na Copa do Mundo, enfrentando restrições de visto impostas pelo governo americano devido a tensões políticas, deixou um bilhete no vestiário do estádio nos Estados Unidos, expressando o sentimento de ser a “seleção mais oprimida da história da Copa do Mundo”. As dificuldades logísticas, que obrigam a equipe a se basear no México e entrar em solo americano apenas nos dias de jogo, têm prejudicado a preparação, segundo o técnico Amir Ghalenoei.

Em declarações recentes, Ghalenoei detalhou os desafios, afirmando que o time consegue realizar apenas metade das sessões de treino ideais. “Nem nós sabemos por que temos que sair, e isso é realmente engraçado. O planejamento da nossa equipe é feito em um lugar, mas a decisão final é tomada em outro”, lamentou o treinador, ressaltando que a ausência de membros importantes da federação e da comissão técnica sobrecarrega a equipe técnica com responsabilidades administrativas.

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Bilhete deixado pelo Irã

Após o empate sem gols contra a Bélgica no domingo (21), válido pela segunda rodada do grupo G, o Irã mantém as esperanças de avançar na competição. A equipe iraniana encerrará sua participação na fase de grupos enfrentando o Egito em Seattle, enquanto a Bélgica jogará contra a Nova Zelândia em Vancouver. Ambos os jogos estão marcados para a madrugada de 27 de junho, à 0h (horário de Brasília).

Reprodução / @teammellifootball
Amir Ghalenoei, treinador do Irã

Com informações de: PORTAL-IG

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