
Beneficiários do Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 6 recebem nesta segunda-feira (27) a parcela referente ao mês de julho. O valor médio do benefício neste mês é de R$ 679,19, enquanto o pagamento mínimo permanece em R$ 600.
O calendário de pagamentos segue a ordem do dígito final do NIS e, normalmente, é realizado nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre a data de recebimento, o valor disponível e a composição das parcelas podem ser consultadas pelo aplicativo Caixa Tem.
Além do valor básico, o programa oferece benefícios adicionais conforme a composição familiar. Entre eles está o Benefício Variável Familiar Nutriz, que garante seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses. Também são pagos R$ 50 adicionais para famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos, além de um acréscimo de R$ 150 para aquelas que possuem crianças de até seis anos.
Em julho, moradores de 175 municípios localizados em seis estados tiveram o pagamento antecipado e receberam os valores no dia 20, independentemente do final do NIS. A medida contempla localidades que enfrentam situação de emergência ou estado de calamidade pública nos estados do Amazonas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe.
Outra modalidade prevista no programa é a regra de proteção, destinada a famílias que tiveram aumento de renda após a entrada de um dos integrantes no mercado de trabalho. Nesses casos, os beneficiários podem continuar recebendo 50% do valor do Bolsa Família, conforme os critérios estabelecidos pelo programa.
Desde junho de 2025, o período de permanência na regra de proteção passou de dois anos para um ano. A mudança, no entanto, não se aplica às famílias que já estavam incluídas na regra até maio daquele ano, que permanecem com direito ao benefício reduzido por até dois anos.
Outra alteração relacionada ao programa ocorreu em 2024, quando os beneficiários do Bolsa Família deixaram de ter o Seguro Defeso descontado do benefício. O auxílio é destinado a pescadores artesanais que dependem exclusivamente da atividade e ficam impedidos de pescar durante o período de reprodução dos peixes, conhecido como piracema.
