
Sabalenka US Open 2026
O forte odor de maconha tem sido um incômodo recorrente para tenistas no US Open, o último Grand Slam da temporada.
A número 1 do mundo, Aryna Sabalenka, foi uma das mais vocais ao interromper uma partida para reclamar do cheiro, alegando que isso interfere na concentração e no desempenho dos atletas. “Podem fumar o que quiserem, onde quiserem, mas não perto das quadras.
Esse cheiro dificulta jogar em alto nível. Não sei se vinha da torcida ou de fora, o vento ajudou a espalhar”, declarou a bielorrussa.
O relato de Sabalenka ecoou entre outros competidores. O francês Adrian Mannarino e as britânicas Katie Boulter, Francesca Jones e Harriet Dart também confirmaram ter sentido o mesmo aroma durante seus jogos.
A situação se torna ainda mais complexa devido à legalização do uso recreativo da maconha no estado de Nova York desde 2021, embora o consumo por fumo seja proibido em locais públicos.
A organização do US Open, sediado no USTA Billie Jean King National Tennis Center, em Nova York, afirma que o odor não emana das instalações do torneio, pois o fumo é estritamente vetado em todo o complexo.
Apesar disso, o evento ocorre no Flushing Meadows-Corona Park, uma área pública onde a fiscalização sobre o consumo pode ser menos rígida, abrindo margem para a persistência do problema.
Com informações de: PORTAL-IG
