Pai e filho acusados de matar tatuador em Esperantina foram solto por falta de provas, diz delegado

Questionado, com relação a soltura dos dois suspeitos, o Delegado da Delegacia Seccional de Esperantina, Arão Lobão Veras Neto, disse que o Delegado de plantão não compreendeu possível a autuação em flagrante delito dos dois conduzidos pela Policia Militar.

Os Ciganos esperantinenses, Francisco Cleone da Silva e seu filho, Francisco Cleison da Silva, conhecido popularmente como, Expirador, que são suspeitos de assassinarem na noite do último sábado (31/05), o Tatuador gaúcho, Rafael Portela, foram soltos pela Justiça em menos de 24 horas depois da prisão.

Entenda o caso

O  Tatuador Rafael Portela, natural de Passos Fundo no Rio Grande do Sul, que a vários anos estava radicado em Esperantina, foi assassinado com mais de 10 (dez) facadas,  por volta das 21h27min no Bairro Bernardo Rêgo, no município.

De acordo com o Tenente Coronel Danilo Palhano, comandante geral da 1ª Companhia do 25º Batalhão, um dos motivos do triste e lamentável homicídio foi devido uma rixa antiga envolvendo a vitima e o Filho do Cigano Cleone, conhecido como, Expirador.

Questionado pela nossa equipe de reportagem do jornalesp, com relação a soltura dos dois suspeitos,  o Delegado da Delegacia Seccional de Esperantina, Arão Lobão Veras Neto, disse que o Delegado de plantão não compreendeu possível a autuação em flagrante delito dos dois conduzidos pela Policia Militar.

“Não houve, assim, lavratura de Auto de Prisão em Flagrante. Assim, os dois indivíduos não foram submetidos a audiência de custódia”, declarou Arão Lobão.

O Delegado informou ainda para a nossa equipe de reportagem do jornalesp,  que durante todo o final de semana diversas diligências foram realizadas com o objetivo de esclarecer esse crime.

“Não houve, assim, lavratura de Auto de Prisão em Flagrante. Assim, os dois indivíduos não foram submetidos a audiência de custódia”, declarou Arão Lobão.

 

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