O atacante paraguaio Miguel Almirón, primeiro jogador a ser expulso sob a égide da chamada “Lei Vini Jr.”, utilizou as redes sociais para se posicionar. Almirón expressou remorso pela sua expulsão e, simultaneamente, enalteceu a performance de seus colegas de equipe, que foram capazes de superar a pressão turca e garantir a vitória paraguaia pelo placar de 1 a 0. O confronto ocorreu na madrugada deste sábado (20), na Califórnia.

Mario Anzuoni/Reuters
“Quero agradecer o esforço dos meus companheiros hoje, que deixaram tudo de si em cada lance. Muito obrigado, é um orgulho fazer parte dessa seleção”, declarou o jogador em sua publicação.
A “Lei Vini Jr.”, introduzida como uma das novas diretrizes para as eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, tem como objetivo combater atos de discriminação. Sua aplicação se intensificou após um incidente envolvendo Gianluca Prestianni, do Benfica, que teria feito gestos e proferido insultos racistas ao atacante brasileiro Vini Jr. durante uma partida da Liga dos Campeões.
O lance que culminou na expulsão de Almirón ocorreu aos 47 minutos do primeiro tempo. O jogador paraguaio cobriu a boca com a mão enquanto se dirigia ao jogador turco Mert Müldür, que prontamente relatou o incidente ao árbitro salvadorenho Iván Barton. Apesar de atuar com um jogador a menos durante toda a segunda etapa, o Paraguai conseguiu conter o ímpeto da Turquia, que registrou 32 finalizações na partida, e assegurar o resultado positivo.
Com informações de: R-7
