Nova subestação deve reforçar abastecimento de energia para mais de 100 mil moradores na zona Norte de Teresina

A zona Norte de Teresina deve ganhar reforço no sistema de distribuição elétrica ainda neste segundo semestre. A Equatorial Piauí confirmou a construção da Subestação Santa Maria, empreendimento que recebe investimento superior a R$ 23 milhões e promete ampliar a capacidade energética de uma das regiões mais populosas e em expansão da capital.

A previsão é que a nova estrutura entre em operação em outubro. Além da Grande Santa Maria, a subestação deve beneficiar diretamente moradores de bairros como Mocambinho, Buenos Aires, Alto Alegre, Aroeiras, Cidade Jardim, Pedra Mole e Tabajaras. A estimativa é de que mais de 100 mil pessoas sejam atendidas com a obra.

Além da subestação, o projeto inclui a implantação de uma nova linha de distribuição e a instalação de equipamentos destinados a ampliar a estabilidade e a capacidade do sistema elétrico da região.

Segundo a concessionária, a nova estrutura busca atender o crescimento populacional da zona Norte e a expansão de empreendimentos habitacionais registrados nos últimos anos, além de reduzir impactos provocados por oscilações e interrupções no fornecimento.

“A zona norte de Teresina historicamente concentra uma das maiores populações da cidade e segue em crescimento com novos empreendimentos. A construção da subestação e de outras obras estruturantes atende uma demanda já existente e fortalece o sistema elétrico para acompanhar o desenvolvimento da região”, afirmou o superintendente da Equatorial Piauí, Leonardo Brito.

A obra integra o programa Mais Energia Piauí, conjunto de intervenções executadas pela concessionária em diferentes municípios do estado. O plano contempla novas subestações, linhas de distribuição e modernização da rede elétrica, com foco no aumento da capacidade de atendimento e na melhoria dos indicadores de qualidade do fornecimento.

Em Teresina, a expectativa é que a entrega da Subestação Santa Maria represente um reforço estratégico para a infraestrutura urbana da capital, especialmente em uma região que segue concentrando crescimento populacional e expansão residencial.

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