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Há três décadas, Ade Andrews conhece os segredos guardados pela Floresta de Sherwood. Para ele, adentrar o bosque é como viajar no tempo até a Idade Média, onde a lenda de Robin Hood ganha vida. O local, que já foi notícia internacional com a queda do Major Oak — uma árvore de mil anos tida como esconderijo do fora da lei —, segue atraindo milhões de visitantes anualmente.
A morte do icônico carvalho, ocorrida na semana passada, simboliza mais do que o fim de uma árvore centenária: representa um marco na evolução de uma figura que deixou de ser um bandido medieval para se tornar um fenômeno global da cultura pop.
A lenda, perpetuada em baladas, filmes e séries, mantém vivo o fascínio pelo homem que, segundo a tradição, roubava dos ricos para doar aos pobres. Recentemente, o personagem ganhou nova versão nas telas com o lançamento de *The Death of Robin Hood*, estrelado por Hugh Jackman, nos Estados Unidos.
Mas quem foi Robin Hood de verdade? Historiadores e entusiastas debatem há séculos se ele foi um herói romântico ou um fora da lei violento. Enquanto a lenda se espalha pelo mundo, a Floresta de Sherwood, hoje reduzida a 323 hectares de seu tamanho original, continua a ser o coração dessa narrativa.
Para Andrews, que atua como guia e até se veste como o personagem, o local é um portal para o passado. “É uma paisagem mágica, onde você não precisa imaginar — sua mente está receptiva à experiência”, afirma. Mesmo com a perda do Major Oak, sua história continua a inspirar e a moldar o imaginário coletivo.
Com informações de: R-7
