
Em um domingo de mobilizações políticas, apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) reuniram-se na Avenida Paulista, em São Paulo, para um evento batizado de “Bloco 22”. O ato, que se assemelhou a um bloco de carnaval, contou com músicas e jingles adaptados com críticas à oposição. A maioria dos presentes vestia a camisa da seleção brasileira e ostentava o número eleitoral do candidato, além de bandeiras do Brasil, Estados Unidos e Israel. Bonés com a imagem de Donald Trump também eram comercializados no local.
Diante da presença de símbolos estrangeiros, a organização do evento solicitou que os participantes recolhessem as bandeiras de outras nações. “Hoje é a nação brasileira, queria pedir para que bandeiras de outros países fossem recolhidas”, pediu um porta-voz da equipe, que se manifestou do carro de som.
Diversas personalidades políticas compareceram, incluindo o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) e a deputada estadual eleita Eduarda Campobianco (PL-SP).
Ao final do ato, Nikolas Ferreira liderou uma oração e, em seguida, Flávio Bolsonaro discursou para a multidão. Ele declarou que os apoiadores estavam “fazendo história” e que faltavam sete dias para “livrar o Brasil do PT”. Flávio também projetou a possibilidade de Jair Messias Bolsonaro passar a faixa presidencial ao filho, comprometendo-se a “cuidar do Brasil e do povo brasileiro”.
Simultaneamente, o candidato participou de um debate televisionado, enquanto a campanha de Lula promovia eventos descentralizados com artistas em diversas cidades do país.

Com informações de: Estado de Minas
