
O vereador Aluísio Sampaio (Progressistas) saiu em defesa do decreto de calamidade pública assinado pelo prefeito Silvio Mendes (UB) nas áreas da saúde e da limpeza urbana em Teresina. Segundo ele, a medida é necessária para reorganizar os serviços e gerar economia para os cofres públicos.
De acordo com o parlamentar, o contrato de coleta de lixo custava em média R$ 20 milhões por mês na gestão passada, com previsão de R$ 23 milhões. Atualmente, o valor caiu para R$ 17 milhões, o que representa uma economia de cerca de R$ 3 milhões.
“A partir de setembro, sete empresas vão assumir a prestação do serviço, deixando de ficar na mão de uma só, como acontecia antes. O decreto de emergência foi necessário para permitir que o serviço fosse reforçado e a cidade não ficasse descoberta”, afirmou.
Aluísio também rebateu críticas da oposição e defendeu que a atual administração está enfrentando de forma direta os problemas herdados.
“Na gestão anterior, os contratos do lixo foram prorrogados mais de quatro vezes em caráter emergencial e ninguém falou nada. Agora se politiza a questão, quando o prefeito está assumindo os problemas e buscando soluções”, disse.
Sobre a polêmica em torno da utilização de uma cooperativa ligada a ex-vereador para auxiliar na limpeza, o vereador disse acreditar na eficácia do reforço.
“A cooperativa vai assessorar a empresa responsável, que deveria operar com 28 carros e estava atuando apenas com 14. Isso vai garantir mais eficiência na coleta”, completou.
O parlamentar ainda destacou que a base aliada segue unida na Câmara para defender a gestão de Silvio Mendes e que acredita em avanços rápidos nos serviços públicos da capital.