
O jornalista e apresentador Erlan Bastos morreu na manhã deste sábado (17), em Teresina, aos 32 anos. A causa da morte foi tuberculose peritoneal, conforme informações repassadas por sua amiga à colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.
Os primeiros sintomas surgiram ainda no início de janeiro, quando Erlan percebeu um inchaço abdominal incomum. Pouco tempo depois, passou a relatar dores intensas na região da barriga, o que o levou a buscar atendimento médico e iniciar uma série de exames para investigação do quadro clínico.
Os exames iniciais apontaram a presença de um nódulo, levantando a suspeita de câncer. Diante disso, o apresentador se deslocou até Teresina para a realização de uma colonoscopia e exames complementares. Na capital, os médicos confirmaram o diagnóstico de tuberculose peritoneal, doença que apresenta sintomas semelhantes aos de neoplasias, e iniciaram imediatamente o tratamento no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella.
Apesar de apresentar sinais de melhora ao longo do tratamento, Erlan teve uma piora significativa no estado de saúde na sexta-feira (16), quando precisou ser entubado. Ele não resistiu às complicações e faleceu na manhã deste sábado (17). A família ainda não divulgou informações sobre velório e sepultamento.
Tuberculose peritoneal (TP) é uma forma extrapulmonar da tuberculose causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, que infecta o peritônio, a membrana que reveste a cavidade abdominal, causando inflamação crônica, ascite (acúmulo de líquido), dor abdominal, febre e perda de peso.
Trajetória
Natural de Manaus, no Amazonas, Erlan Bastos construiu uma trajetória de destaque no jornalismo de entretenimento, o que lhe garantiu projeção nacional. Ao longo da carreira, consolidou-se como um dos comunicadores mais influentes do Piauí, com forte presença nas redes sociais e reconhecimento pelo trabalho na comunicação.
Atualmente, o jornalista atuava no estado do Amapá, onde apresentava o programa Bora Amapá, exibido pela TV Band no estado.






