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Prisão onde está Maduro recebeu Diddy e tem histórico de violência e mortes

Vista do Centro de Detenção Metropolitano no bairro do Brooklyn, em Nova York, onde se espera que o presidente venezuelano deposto, Nicolás Maduro, seja mantido, em 3 de janeiro de 2026. – (crédito: John Lamparski / AFP

Capturado durante uma operação militar dos Estados Unidos em Caracas, Nicolás Maduro ficará preso no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn , uma prisão federal de alta segurança conhecida tanto por abrigar presos de grande repercussão quanto por um histórico de denúncias sobre condições precárias de encarceramento.

Construída na década de 1990 para enfrentar a superlotação do sistema prisional de Nova York, a unidade recebe detentos que aguardam julgamento nos tribunais federais de Manhattan e do Brooklyn.
Ao longo dos anos, o presídio já manteve sob custódia nomes centrais de processos criminais de grande visibilidade, como o músico Sean “Diddy” Combs, condenado a 4 anos de prisão por transporte ilegal de mulheres para prostituição, o empresário Sam Bankman-Fried, e Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Jeffrey Epstein condenada a 20 anos de prisão por crimes sexuais.
    O local também foi usado para custodiar figuras associadas ao narcotráfico internacional, entre elas Joaquín “El Chapo” Guzmán e Ismael “El Mayo” Zambada García, o que reforçou a estrutura de segurança da penitenciária e seus protocolos especiais para presos considerados de alto risco.

O MDC Brooklyn acumula relatos contundentes de ex-detentos, advogados e defensores de direitos humanos. As condições internas já foram descritas como “horripilantes” e “repugnantes”, com denúncias recorrentes de superlotação, violência entre presos, falta de servidores e falhas estruturais graves.

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