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Palmeiras x Flamengo: 5 pilares que moldam os finalistas da Libertadores

A final única da Copa Libertadores da América é no próximo dia 29, mas aproveito o calor da emoção das classificações épicas de Palmeiras e Flamengo contra LDU e Racing, respectivamente, para destacar cinco características comuns aos dois candidatos a primeiro time brasileiro tetracampeão continental.

Você lembra qual foi a decisão da Libertadores Sub-20 em 16 de março deste ano? Flamengo e Palmeiras empataram por 1 x 1 no tempo regulamentar e o clube carioca conquistou o título nos pênaltis, por 3 x 2, em Assunção. A base não vem forte. Ela é! As provas vão muito além das vendas milionárias para a Europa.

Palmeiras e Flamengo formam e usufruem nem que seja um pouquinho das crias. Atual Fifa The Best, Vinicius Junior virou jogo de Libertadores para o Flamengo em 2018. Tinha 17 anos quando foi colocado em campo numa fria pelo técnico Paulo César Carpegiani. O Emelec vencia a partida por 1 x 0 e o menino do Ninho balançou a rede duas vezes.

Recentemente, Wallace Yan consolidou a virada do Flamengo contra o Chelsea e impediu a derrota para o Los Angeles FC na fase de grupos da Copa do Mundo de Clubes da Fifa, nos Estados Unidos.

O Palmeiras fabrica jovens decisivos em série. Endrick foi o nome da conquista do Campeonato Brasileiro em 2023. Estêvão assumiu o bastão e balançou a rede contra o Chelsea nas quartas de final do Mundial com um golaço. Na última quinta-feira, Allan incorporou Julinho Botelho, o maior ponta-direita da história do clube, na virada extraordinário contra a LDU.

Os finalistas da Libertadores não usam volantes brucutus. Erick Pulgar e Jorginho são mais meias do que o tal cabeça de área. Como jogam bola! E o Andreas Pereira? Deu conta sozinho da armação alviverde no sistema 3-1-6 de Abel Ferreira. Comeu a bola na função de cão de guarda e armador. Foi camisa 5, 8 e 10.

Os candidatos à Glória Eterna não são reféns dos atacantes. Ambos se classificaram com gols de meias. Carrascal decidiu a partida de ida contra o Racing, no Maracanã. Ramón Sosa fez um gol e Raphael Veiga dois nos 4 x 0 diante da LDU. O outro teve a assinatura do zagueiro Bruno Fuchs.

Encerro tratando da versatilidade dos dois técnicos. Filipe Luís tem a incrível capacidade de organizar o Flamengo à imagem e semelhança do guru Jorge Jesus, mas também é capaz de emular o Atlético de Madrid do mentor Diego Simeone. Injetou “cholismo” na veia rubro-negra no empate por 0 x 0 com o Racing, no El Cilindro. Chamam Abel Ferreira de retranqueiro. Blasfêmia! Ele é fã de José Mourinho, sim, mas é moderníssimo. Um camaleão. O The Special One do Palmeiras.

Correioweb

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