
Às vésperas de 2026, a moda oferece pistas sobre o que deve dominar vitrines, passarelas e guarda-roupas no próximo ano. Essas tendências não surgem por acaso: são antecipadas pela indústria têxtil a partir da observação do comportamento social e do consumo.
Observando as passarelas, o ano que vem terá uma grande variedade de estéticas, apesar de alguns conceitos serem similares entre elas.
“O grande movimento do ano é justamente a convivência entre microestilos: quiet luxury, artesanal contemporâneo, techwear suave, nostalgia Y2K filtrada pela maturidade, sensualidade minimalista e futurismo biomaterial.
Essa pluralidade é resultado direto do comportamento social contemporâneo, em que a moda é ferramenta de expressão, não uniforme de grupo”, afirma o editor-chefe da Lackman & Co.
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