
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal afirmou, neste sábado (22/11), que a tornozeleira eletrônica do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso preventivamente nesta manhã, tinha “sinais claros e importantes de avaria” e que havia “marcas de queimadura em toda sua circunferência, no local do encaixe/fechamento do case”.
O alarme da tornozeleira disparou e imediatamente, a equipe que faz a segurança de Bolsonaro foi acionada pela Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal, responsável pelo aparelho. A escolta, então, confirmou a violação e fez a troca à 1h09.
- Segundo os investigadores, o próprio Jair Bolsonaro reconheceu que utilizou um material de soldagem para violar o equipamento de segurança.
A Polícia Federal chegou ao condomínio de Bolsonaro por volta das 6h deste sábado, e deixou o local cerca de meia hora depois. O ex-presidente foi levado diretamente para a Superintendência da PF e ficará em uma “sala de Estado”.
Entenda a prisão
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso na manhã deste sábado (22/11), na casa dele, no Jardim Botânico, em Brasília. Ele está detido agora na Superintendência da Polícia Federal, no Setor Policial Sul, onde aguarda audiência de custódia amanhã(23)
A prisão é preventiva, sem prazo determinado, e foi solicitada pela Polícia Federalao Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com o pedido.
Segundo os investigadores, o ex-presidente mexeu na tornozeleira eletrônica às 0h08 deste sábado, violou regras de monitoramento, manteve contatos proibidos e estimulou movimentações políticas mesmo sob restrições.
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