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Governo pressiona para investigação ‘rápida e rigorosa’ sobre morte de médica em tiroteio no Rio

Andrea, de 61 anos, era ginecologista e cirurgiã oncológica | Reprodução/redes sociais

A morte da médica Andréa Marins Dias, atingida por tiros durante uma ação da Polícia Militar, gerou repercussão nacional e levou a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, a cobrar esclarecimentos sobre o caso. Em manifestação pública na segunda-feira (16), ela pediu uma investigação célere e rigorosa, além de prestar solidariedade à família da vítima.

O episódio ocorreu na noite de domingo (15), na região de Cascadura, zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Militar, equipes faziam buscas por um veículo com características semelhantes ao de Andréa, apontado em denúncias de roubos na área. Durante a abordagem, houve troca de tiros e perseguição.

Após a ação, os policiais localizaram um carro com marcas de disparos. Ao verificarem o interior do veículo, encontraram a médica já sem vida no banco do motorista. A suspeita inicial é de que tenha havido uma confusão durante a operação.

O caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital, que tenta identificar a origem do disparo. As armas dos policiais envolvidos e os registros das câmeras corporais foram recolhidos para análise pericial.

Andréa Marins Dias tinha 61 anos e atuava há cerca de 30 anos na área da saúde, com especialização em ginecologia e cirurgias. Ao longo da carreira, também compartilhava informações sobre saúde da mulher, incluindo orientações sobre diagnóstico e tratamento de endometriose.

Após a confirmação da morte, uma nota publicada em suas redes sociais destacou a trajetória profissional da médica e lamentou a perda, ressaltando o legado deixado no cuidado com pacientes.

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