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Conselho Tutelar resgata criança abandonada na zona Sul de Teresina; mãe está desaparecida

O Conselho Tutelar de Teresina foi acionado na tarde desta quinta-feira (27), para atender a uma ocorrência de abandono de incapaz na zona Sul da capital.

Os conselheiros receberam uma denúncia informando que uma mãe havia saído e deixado seu filho de dois anos aos cuidados de uma vizinha, mas que mais de 12 horas depois ainda não havia retornado para pegá-lo. O caso ocorreu no Residencial João Emílio Falcão, bairro Cristo Rei.

O menino é apontado como sendo filho dela. No entanto, o Conselho Tutelar de Teresina não confirmou esta informação.

A informação foi confirmada ao Portalodia.com pelo conselheiro tutelar Melquisedeque Fernandes. De acordo com ele, a mãe saiu deixando o filho aos cuidados de uma amiga que mora próximo a ela. Ao perceber que a mulher estava demorando a voltar e pegar a criança, a amiga acionou a polícia.

“A polícia orientou ela a ligar pro Conselho e foi aí que essa vizinha nos acionou. Quando a equipe se fez presente no local, foi até o apartamento da genitora, que estava aberto e vazio. Não havia ninguém e não foi localizado nenhum membro da família extensa. Então a criança foi institucionalizada, ou seja, a levamos para um abrigo sob tutelar do Estado, porque não podíamos deixa-la aos cuidados de terceiros ou de alguém sem qualquer grau de parentesco conforme prevê a lei”, explica Melquisedeque.

Nas redes sociais circulam informações e imagens associando a criança à mulher identificada como Liziane Carvalho, que recentemente apareceu em um vídeo polêmico no qual foi visto supostamente praticando atos libidinosos em um bar em um restaurante da capital. O menino é apontado como sendo filho dela. No entanto, o Conselho Tutelar de Teresina não confirmou esta informação.

À reportagem do Portalodia.com, Melquisedeque disse apenas que o Conselho desconhece a identidade da mãe da criança e que no momento em que atenderam à ocorrência, os conselheiros se preocuparam mais em acolher o menino e lhe dar assistência ao invés de se aterem a quem o teria supostamente abandonado. Essa parte de investigação deve ficar com a polícia.

“Os vizinhos não chegaram a informar quem era ela e se por acaso essa era uma conduta frequente dela. Não temos nenhuma informação se se trata da mesma pessoa que aparece nesses vídeos que estão circulando. Mas a autoridade já foi acionada e a mãe, quando aparecer, pode posteriormente procurar o Conselho e tentar reaver a guarda, porque momentaneamente, essa guarda, ela teve que ser retirada”, finaliza o conselheiro tutelar.

 

Fonte: Portal O Dia

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