PUBLICIDADE

Boia que monitora ventos oceânicos é instalada a 40 km da costa do Piauí

O equipamento deve enviar dados automáticos para apoiar pesquisas sobre a viabilidade de usinas eólicas offshore no país.

Uma boia oceanográfica projetada para medir a força e a direção dos ventos em alto-mar foi instalada, na quinta-feira (20), a cerca de 40 km da costa piauiense. O equipamento, chamado BRAVO, deve enviar dados automáticos para apoiar pesquisas sobre a viabilidade de usinas eólicas offshore no país.

A operação foi realizada pelo navio balizador Comandante Manhães, da Marinha do Brasil, com apoio da Companhia Porto Piauí. A embarcação deixou o cais multipropósito por volta das 4h e concluiu o trabalho ao meio-dia. O navio retorna ao mar na sexta-feira (21), com destino a Fortaleza.

A boia pode registrar velocidade e direção dos ventos e outras variáveis meteorológicas, como pressão atmosférica, temperatura e umidade. Ela foi fixada a 22 milhas náuticas da costa, ancorada ao fundo do oceano.

O diretor de operações da Porto Piauí, Fábio Freitas, destacou que a movimentação ocorreu sem dificuldades. “Ficamos muito felizes de poder dar esse apoio ao Senai e à Marinha do Brasil, para que essa operação se realizasse com segurança. É uma primeira operação de muitas que virão”, disse.

O equipamento foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), pelo Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), do Rio Grande do Norte, e pelo Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados (ISI-SE), de Santa Catarina. A engenheira naval Raíza Oliveira explica que a boia utiliza o sistema Floating LiDar, capaz de medir as condições de vento e monitorar correntes e outros parâmetros.

Com a instalação no Piauí, o país passa a contar com cinco boias BRAVO em operação: duas no Rio Grande do Norte, uma no Rio de Janeiro, uma no Rio Grande do Sul e agora uma no litoral piauiense. A Petrobras investiu R$ 60 milhões no projeto.

O equipamento foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), pelo Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), do Rio Grande do Norte, e pelo Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados (ISI-SE), de Santa Catarina

jornaldaparnaíba

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui
Captcha verification failed!
Falha na pontuação do usuário captcha. Por favor, entre em contato conosco!

RECENTES

MAIS NOTÍCIAS