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Advogado compara celas de Lula e Bolsonaro e diferença gera revolta. Na do Lula nem Ar tinha

Ele expôs que a cela em que Lula ficou encarcerado não possuía frigobar nem ar-condicionado

O advogado Luiz Carlos Rocha, o “Rochinha”, comparou as celas de Lula, em Curitiba, entre abril de 2018 e novembro de 2019, e a de Bolsonaro em 2025.

Em entrevista ao Fórum Onze e Meia na quinta (27), ele revelou que Sergio Moro decretou uma série de proibições a Lula e comparou com a situação de Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Ele expôs que a cela em que Lula ficou encarcerado não possuía frigobar nem ar-condicionado, ao contrário da do atual preso, e que, ao pedir a geladeira compacta, o pedido foi rechaçado por Sergio Moro. “Nós tentamos colocar um freezer e o Moro proibiu. Então, o presidente tinha que se virar com um cooler que a gente ficava levando gelo de manhã e à tarde para manter o cooler resfriado para ele poder conservar coisas como queijo, iogurte, leite“, relatou.

Advogado expôs diferenças entre celas de Bolsonaro e Lula

Além disso, o cômodo tinha apenas uma janela basculante que mal abria, com vidro jateado que não permitia ver a parte de fora. Havia um banheiro pequeno com box de plástico, uma cama de madeira e um armário pequeno, além de uma TV também pequena.

Depois, os advogados conseguiram colocar uma esteira e alguns pesos para ele treinar, e uma cafeteira. A cela de Bolsonaro, porém, tem ar-condicionado e um frigobar, além de uma televisão bem maior que a do presidente Lula.

Sobre as visitas, Lula recebia religiosos todas as segundas-feiras, como permite a LEP. Contudo, tais encontros foram posteriormente proibidos por Moro. Já as visitas de amigos e familiares, o juiz determinou que fossem todas no mesmo dia.

Em prejuízo ao horário da família, nós pedimos para que o dia do amigo pudesse ser na quarta, na terça, na segunda, na sexta, fora da quinta, porque era o dia da família. E ele deferiu e encavalou a visita do amigo na quinta. Então, a família ia na quinta, chegava lá às 8h30 da manhã e ficava até às 2h30, 3 da tarde, que aí às 15h30 entrava o amigo“, declarou.

Rocha esclareceu que era proibido levar alimentos para Lula, a não ser nos finais de semana, o que ficou impossibilitado depois que Sergio impediu visitas nesse período. “Final de semana virou um período em que o presidente ficava numa solitária. O único contato que ele tinha era com os carcereiros que ficavam do lado de fora da porta dele“, relatou o profissional.

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