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Acabou com o jogo: Mourinho critica dança de Vini Jr e questiona denúncia de racismo

O técnico José Mourinho não poupou críticas a Vini Jr após o apito final

A vitória do Real Madrid por 1 a 0 sobre o Benfica, nesta terça-feira (17), pela Champions League, terminou em uma polêmica generalizada no Estádio da Luz. O técnico José Mourinho não poupou críticas a Vini Jr após o apito final. O brasileiro marcou um golaço decisivo, mas sua comemoração gerou revolta no banco de reservas português. Vini dançou em frente a uma das bandeirinhas de escanteio, encarando a torcida rival, atitude que o treinador considerou desrespeitosa e um erro grave.

Além da celebração, o jogo ficou marcado por uma denúncia séria e pesada. Vini Jr acusou o argentino Prestianni de racismo ainda no gramado. A acusação foi imediatamente endossada por Kylian Mbappé. O craque francês afirmou categoricamente que o adversário chamou o brasileiro de “macaco” por cinco vezes durante a confusão. O clima esquentou tanto que o árbitro precisou acionar o protocolo oficial contra racismo.
Mourinho faz críticas a Vini Jr

Apesar da gravidade da denúncia e da revolta da dupla de ataque do Real Madrid, Mourinho adotou uma postura cética. O comandante do Benfica evitou condenar seu jogador imediatamente e apontou que existem narrativas divergentes sobre o ocorrido.

“Uma coisa é o que Vinicius diz, outra coisa é que diz o Prestianni. São coisas completamente diferentes”.

Sobretudo, o foco central das críticas do treinador foi o comportamento de Vini após o gol. Para Mourinho, o atacante deveria ter celebrado com grandeza, e não com provocação. O português utilizou uma metáfora tradicional das touradas espanholas para ilustrar como um “matador” deve se comportar após um grande feito. Ele argumentou que, ao provocar o estádio, Vini Jr destruiu o espetáculo.

“Aquilo que eu disse ao Vinicius de modo independente, não defendendo a minha dama (Benfica), é: quando se faz um gol daqueles, sai em ombros, não se vai mexer com o estádio ou mexer com o coração de um estádio, que é o estádio adversário. Como dizem na Espanha, quem marca um gol daqueles corta o rabo, corta a orelha e sai em ombros. Não acaba com o jogo. E ele acabou com o jogo”.

Enquanto Vini e Mbappé pedem punições rigorosas, Mourinho manteve sua posição de que a dança foi o estopim para o caos, minimizando o foco na denúncia racial.

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