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Foco de peste suína leva ao abate de 17 porcos em Pedro II, no Piauí

Foto: reprodução

Um foco de Peste Suína Clássica (PSC) identificado em uma propriedade rural no município de Pedro II, no Norte do Piauí, levou à adoção de medidas emergenciais de controle sanitário. A Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) realizou o abate sanitário de 17 suínos para impedir a disseminação do vírus e preservar a sanidade de outras criações na região.

A confirmação da doença ocorreu no dia 26 de fevereiro e, a partir disso, foi iniciado o protocolo oficial de contenção. O procedimento prevê a eliminação dos animais infectados ou que tiveram contato com o foco da doença, além da higienização e desinfecção completa da propriedade. Os suínos abatidos foram enterrados de acordo com as normas sanitárias estabelecidas.

A coordenadora de Sanidade Suídea da Adapi, a médica veterinária Karoliny Mendonça, destacou que todas as etapas previstas no protocolo foram executadas seguindo critérios técnicos e de segurança sanitária.

O órgão informou ainda que o produtor afetado terá direito à indenização do Estado, conforme determina a legislação vigente.

Depois da execução do abate sanitário, equipes técnicas passaram a intensificar a vigilância em propriedades localizadas no entorno da área onde o foco foi registrado. O objetivo é identificar rapidamente qualquer possível novo caso e impedir que o vírus se espalhe.

Além do monitoramento, a Adapi tem promovido ações de orientação junto a criadores e moradores da região, com informações sobre formas de prevenção, sinais clínicos da doença e a importância da comunicação imediata às autoridades sanitárias em caso de suspeita.

Doença não é transmitida a humanos

A Agência de Defesa Agropecuária reforça que a Peste Suína Clássica não representa risco para a saúde humana. O consumo de carne suína segue seguro e não há restrições nesse sentido.

Mesmo sem risco para pessoas, a doença é considerada grave para a suinocultura, pois exige a eliminação dos animais afetados, o bloqueio de propriedades e o reforço das ações de vigilância sanitária para evitar prejuízos maiores ao setor produtivo.

 

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