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Livro conta a história do Bar e Confraria do Santana

O Bar e Confraria do Santana, ontem à noite.

A Confraria do Bar do Santana voltou a se reunir, ontem (23) à noite, para uma nova celebração: o lançamento do livro que conta a sua própria história.

Com o título Amigos do Santana – do Bar à Confraria, o livro foi escrito por Gustavo Said e Nina Cunha e publicado pela Nova Aliança.

Como o título indica, a confraria nasceu como bar, aberto na década de 1960 pelo seu proprietário, José Santana, na Praça da Liberdade, no Centro de Teresina.

Na década de 1970, o bar se transferiu para a Rua Álvaro Mendes, ao fundo da sede do jornal O DIA.

E foi lá que nasceu a confraria, em meados da década seguinte, a partir da aglomeração de seus frequentadores, destacando-se os irmãos Armando, Aluisio, Fernando e Roberto Gayoso, vizinhos do bar.

O bar na história

O livro de Gustavo Said e Nina Cunha conta a história do bar e da confraria, destacando seus principais momentos, como a definição do nome, o novo endereço, a turma da moto, a formação da confraria, os eventos realizados – como o corso – e os novos rumos, após o falecimento de seu proprietário, há mais de 20 anos.

“O bar, nesse sentido, é um microuniverso em meio à cidade. Assim, ao falar de como surge o estabelecimento, de como o Santana se relaciona com os clientes ou de como o bar vai se transformando, o texto pode nos guiar a entender também a própria cidade no tempo e no contexto em que se se localizam as personagens da narrativa, na qual o bar é uma espécie de protagonista involuntário”, escreve o jornalista Cláudio Barros, na apresentação da obra.

A Confraria

Santana, parente do jornalista Carlos Castello Branco, formou sua fiel clientela a partir de suas relações com intelectuais, boêmios, profissionais liberais, homens de negócios, políticos e autoridades.

Entre os frequentadores de seu bar, estiveram os prefeitos Heráclito Fortes e Silvio Mendes, os governadores Hugo Napoleão, Freitas Neto, Guilherme Melo e Wellington Dias e ainda os empresários João Claudino, Segisnando Alencar, Humberto Castro e Ney Paranaguá e o hoje ministro Carlos Augusto Pires Brandão (STJ). Entre os artistas, o cantor e compositor Silizinho.

O bar fechou com o falecimento de seu dono, mas a confraria se manteve, reunindo-se com frequência em outros locais.

O livro

A publicação do livro foi articulada pelo publicitário Silvio Leite, um dos fundadores da Confraria.

O publicitário Silvio Leite apresenta o livro

O lançamento de ontem foi para os membros da Confraria e convidados. Haverá um lançamento para o próximo na próxima terça-feira (27/01), a partir das 19h, na Livraria Entrelivros (Av. Dom Severino, 1045, bairro de Fátima).

Jornalista Zózimo Tavares elogia o autor e a confraria pela publicação da obra.
Santana, em uma das páginas do livro.
A Confraria, em uma de suas confraternizações de fim de ano.
Santana, dona Nenem (esposa) e Silvio Leite nas páginas do livro.
Confraternização no Bar do Santana reuniu vários frequentadores que relembraram histórias, risadas e momentos que fazem parte da memória do lugar.

Fonte: Bienal Editora
Fotos: Magal

 

 

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