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“Com a Agespisa era ruim, e agora ficou pior”, diz secretário sobre falta d’água em Caridade do Piauí

O secretário ressaltou ainda o sofrimento da população que, em pleno período de calor intenso, chega a passar dias sem uma gota de água nas torneiras.

A população de Caridade do Piauí enfrenta uma grave crise no abastecimento de água, que tem afetado diretamente o dia a dia das famílias e o funcionamento de serviços públicos essenciais.

A sede do município é abastecida pela Adutora do Poço de Marruá, que capta água no município de Patos do Piauí e a distribui também para Jacobina, Curral Novo e Simões. No entanto, mesmo com o grande volume de água da Barragem de Poço de Marruá, a realidade em Caridade é de longos períodos sem abastecimento, o que tem gerado grande insatisfação entre os moradores.

O problema foi exposto nesta terça-feira, 4 de novembro, pelo secretário municipal da Defesa Civil, Wellington da Silva Santos, que gravou um vídeo cobrando providências da empresa Águas do Piauí, responsável pela operação do sistema.

Em tom de indignação, o gestor afirmou que a situação, que já era difícil quando o serviço era prestado pela Agespisa, piorou desde que a Águas do Piauí assumiu o abastecimento. “Depois que a empresa Águas do Piauí assumiu o serviço, ficou pior. Ou seja, com a Agespisa era ruim, e agora ficou pior, porque a falta de água assola a nossa cidade”, declarou o secretário, destacando que o problema se agravou nas últimas semanas.

Segundo Wellington, a falta de água já vinha sendo motivo de preocupação na zona rural, mas agora também atinge a população da zona urbana, que tem recorrido à Defesa Civil em busca de soluções. Ele lamentou as dificuldades enfrentadas e cobrou mais compromisso da concessionária. “A empresa Águas do Piauí é difícil de termos contato, de termos acesso. Queremos que tenha responsabilidade, que procure resolver esse problema e normalizar o fornecimento de água na nossa cidade”, desabafou.

O secretário ressaltou ainda o sofrimento da população que, em pleno período de calor intenso, chega a passar dias sem uma gota de água nas torneiras. Ele lembrou que o problema afeta também escolas, creches e unidades de saúde, que têm suas atividades prejudicadas. “Estamos num período em que as temperaturas beiram os 40 graus, e não é admissível que a população fique sem direito à água, sem direito a tomar um banho, sem direito a ter suas atividades diárias. Além disso, temos as estruturas educacionais, as escolas, creches, também as estruturas de saúde que estão sendo prejudicadas por conta dessa falta de água aqui na nossa cidade”, afirmou.

Por fim, Wellington reforçou o apelo e cobrou uma resposta rápida da empresa. “Reiteramos: se com a Agespisa estava ruim, agora ficou pior. Queremos uma resposta, uma resolução para o problema o mais rápido possível”, concluiu.

A situação tem causado transtornos em diversos bairros da cidade e preocupa as autoridades municipais, que buscam alternativas emergenciais para minimizar os impactos da falta d’água até que o abastecimento seja normalizado.

Por fim, Wellington reforçou o apelo e cobrou uma resposta rápida da empresa.

cidadenanet

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