PARIS (Reuters) – Suspeitos foram presos por causa do roubo de joias no Louvre, no momento em que um deles estava prestes a deixar a França, informou a promotora de Paris neste domingo.

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Dois homens na faixa dos 30 anos e originários do subúrbio de Seine-Saint-Denis, na capital — que inclui algumas das áreas mais carentes do país — foram detidos na noite de sábado, de acordo com o jornal Le Parisien, que divulgou a informação pela primeira vez.
A promotora de Paris, Laure Beccuau, não disse quantas pessoas foram presas nem deu mais detalhes sobre elas. Em uma declaração, ela lamentou o fato de as informações sobre a prisão terem sido divulgadas.
“Essa revelação só pode prejudicar os esforços de investigação dos cerca de 100 investigadores mobilizados, tanto na busca pelas joias roubadas quanto por todos os criminosos. É muito cedo para fornecer quaisquer detalhes específicos”, disse Beccuau.
O ministro do Interior, Laurent Nunez, sob pressão pública para apresentar resultados uma semana após o roubo, parabenizou os investigadores em um tuíte, mas não deu mais detalhes.
Eles invadiram o local usando um guindaste para quebrar uma janela do andar superior durante o horário de funcionamento e fugiram em motocicletas.
A notícia do roubo repercutiu em todo o mundo, provocando um exame de consciência na França sobre o que alguns consideraram uma humilhação nacional.






