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Milhares de pessoas saíram às ruas neste sábado (18/10) nos Estados Unidos em protestos organizados contra o presidente americano, Donald Trump.
A primeira entre as mais de 2.500 manifestações em todo o território do país aconteceu na cidade de Nova York, onde por volta do meio-dia do horário local uma multidão se reuniu na região da Times Square.
Atos sob essa mesma bandeira feitos pelo grupo reuniram mais de cinco milhões de pessoas em todo o país e foram, em grande parte, pacíficos.
O nome faz referência à crítica que alguns americanos fazem a Donald Trump apontando que ele agiria de forma autoritária, como um rei.
“O presidente acha que seu governo é absoluto”, diz a página na internet dedicada aos atos. “Mas na América não temos reis e não recuaremos diante do caos, da corrupção e da crueldade”, completa o texto.
Aliados do presidente acusaram os manifestantes de estarem alinhados com o movimento de extrema esquerda Antifa e condenaram o que chamaram de “manifestação de ódio à América”.
Governadores republicanos em vários Estados americanos colocaram tropas da Guarda Nacional de prontidão à espera de eventuais episódios de violência.
Também foram organizadas manifestações em diversas cidades da Europa, entre elas Berlim, na Alemanha, Madri, na Espanha, e Roma, na Itália.

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Políticos republicanos levantaram a possibilidade de intervenção policial caso houvesse violência. “Teremos que chamar a Guarda Nacional”, disse o senador do Kansas Roger Marshall antes dos protestos, segundo a CNN.”Espero que seja pacífico. Duvido.”
O governador do Texas, Greg Abbott, deixou a Guarda Nacional do Estado de prontidão às vésperas de um protesto marcado na capital, Austin, argumentando que a mobilização de tropas era necessária devido à “manifestação planejada ligada à Antifa”.
O governador republicano da Virgínia, Glenn Youngkin, também ordenou a prontidão da Guarda Nacional estadual.






